IMPRENSA

notícias

10/06/2019

Está estressado? Amar pode ser o melhor remédio

O cotidiano atarefado, o trânsito, o ambiente de trabalho, os problemas familiares e de relacionamento.  Atualmente, o brasileiro é o segundo povo no mundo que tem o maior número de estressados, segundo ranking realizado pela International Stress Management Association (ISMA). Combatê-lo parece difícil, mas amar pode ser um bom começo para a redução desse grande malefício mundial.

 

E é no Dia dos Namorados, 12 de junho, que a endocrinologista do Hospital Aliança, Dra. Reine, explica como o sentimento do amor beneficia o nosso corpo. “O amor desencadeia um fluxo de hormônios comandados pelo nosso cérebro. Um dos principais deles é a oxitocina, liberada quando nos aproximamos do parceiro e que nos remete a sentimentos de confiança, alegria e estabilidade. O fluxo acontece com o aumento da oxitocina e a diminuição dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse”.

 

Outros hormônios também participam desta fórmula tão simples que é amar. Quando se está apaixonado, alguns hormônios também são disparados pelo cérebro através dos neurotransmissores. “A dopamina traz a sensação da felicidade e da euforia da paixão, a noradrenalina e adrenalina fazem o coração bater mais acelerado ou com mais força, a endorfina e a feniletilamina estimulam a memória dos nossos estímulos de prazer e existe também a ação dos hormônios sexuais”, comenta a especialista.

 

Como a paixão dura até dois anos segundo estudos científicos, quem toma a frente das ações do amor em um segundo momento é mesmo a oxitocina associada a serotonina, que tem efeito calmante. Uma ótima e natural receita contra o estresse.

 

Chega de sofrência

Para quem é solteiro e não encontrou um par para se relacionar, não precisa entrar na sofrência. Os hormônios do amor ultrapassam a relação entre casais. Para que o cérebro libere estes hormônios, algumas outras atividades podem ser feitas:

 

Oxitocina: Abraçar alguém, meditar e fazer atos de caridade;

Dopamina: Dormir bem, fazer atividades físicas e comemorar conquistas diárias;

Serotonina: Agradecer, desfrutar da natureza e lembrar momentos especiais;

Endorfina: Praticar atividades de lazer, sorrir com os outros, cantar ou dançar;