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13/09/2018

Reconhecimento precoce pode evitar mortes por SEPSE. Você sabe o que é essa doença?

Definida nos dias atuais como uma condição clínica grave, representada por disfunções orgânicas, associada a uma infecção, a Sepse mata mais que o infarto e o câncer. Segundo dados do Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS), a Sepse é hoje a principal responsável por óbitos dentro dos hospitais. O crescimento da população idosa e do número de pacientes imunossuprimidos ou portadores de doenças crônicas está entre os fatores que facilitam o desenvolvimento de infecções graves. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a Sepse afete mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano, causando aproximadamente seis milhões de mortes.

 

 

No dia mundial de combate a SEPSE, 13 de Setembro, o Hospital Aliança alerta para a importância do reconhecimento precoce e o tratamento adequado. “A Sepse é frequentemente subdiagnosticada em estágio inicial, quando ainda é potencialmente reversível. Se não for reconhecida precocemente, pode levar a choque séptico, falência múltipla de órgãos e morte”, explica Robson Reis, Infectologista, Supervisor de pacientes internados e Gestor do Protocolo Sepse do Hospital Aliança.

 

 

Em 2017 o Hospital Aliança lançou o Time Sepse – grupo interprofissional responsável por implantar o protocolo gerenciado e uma rota para a rápida identificação do paciente com Sepse, sendo expandido para todo o Hospital em janeiro deste ano.

 

 

“Os resultados positivos são atribuídos ao envolvimento de todos os setores do Hospital e o alto índice de profissionais capacitados para reconhecer precocemente e tratar a doença. Indicadores de qualidade do Protocolo Sepse do Aliança, a exemplo início do antibiótico e coleta de culturas em até uma hora demonstram a efetividade do Protocolo, apresentando índices semelhantes aos dos países desenvolvidos e de instituições de saúde de referência no Brasil”.

 

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